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A manutenção da
integridade física do trabalhador deve ser encarada pelo
empregador como fator imprescindível ao desenvolvimento da
parceria, no contexto da empresa moderna, que procura agregar
esforços e acrescentar valores para se tornar competitiva e vencer
os desafios resultantes da globalização da economia.
Para tanto, deve
o empregador investir na mudança de cultura do empregado,
treinando-o, conscientizando-o, tornando-o co-responsável pela sua
própria proteção, mostrando-lhe as conseqüências dos seus
descuidos e os resultados que poderão advir da inobservância de
normas de segurança.
Não basta
fornecer equipamentos de proteção coletiva ou individual, é
necessário ensinar o empregado a manusear, usar e cuidar e
higienizar esses equipamentos, mostrando-lhe as vantagens de se
auto resguardar e manter a integridade física pelo seu próprio bem
e segurança de sua família e da própria sociedade.
Não terá o
empregador complementado essa obrigação se não exercer uma
vigilância constante sobre o empregado, verificando se o mesmo
está seguindo os ensinamentos que lhe foram transmitidos, se
aprendeu e se conscientizou da necessidade de uso do EPI, se o faz
ou passou a fazê-lo porque percebeu os benefícios do seu uso e não
apenas porque está sendo observado de perto.
Havendo uma
efetiva conscientização da responsabilidade, a tendência é a de se
eliminar o acidente do local de trabalho, trazendo a ambas as
partes uma tranqüilidade maior e melhoria das condições de
trabalho com reflexos positivos na produção e na qualidade, sem
falar nos inúmeros benefícios à empresa e à sociedade.
Os programas que
tratam da questão poderão ser acessados, através da relação de
temas. Basta clicar no descritivo do tema.
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