|
Observamos que
as empresas estão convencidas que o trabalhador precisa realmente
se sentir atraído pelo trabalho e a base tem quer ser a
produtividade, a qualidade e a competitividade. A busca da
parceria com vistas a integrar o homem aos ideais da empresa
dentro de um conceito de interesses mútuos, onde a sintonia se
volta aos princípios de relação capital trabalho.
Devido ao
constante protecionismo do Estado e ao estreitamento de lucros
resultantes de uma competitividade crescente e, até mesmo, o fácil
acesso a novas tecnologias redutoras da mão de obra intensiva, a
concepção do trabalho passa a despertar uma nova visão, a da
ocupação.
A divisão de
unidades produtivas e, até mesmo, da própria empresa, aos sub
conjuntos produtivos, tem levado o empresariado a se sentir
atraído ao informalismo contratual onde o envolvimento lhe parece
menor e os custos mais suportáveis, principalmente por lhe parecer
que não fica obrigado a conceder aos terceiros as mesmas benesses
que concede aos empregados.
Assim
acreditamos que as negociações precisam ser cada dia mais
objetivas, voltadas, realmente, a uma parceria inteligente onde
sobressairão aquelas voltadas às melhorias das condições
ambientais, da qualidade de vida e de sua maior segurança, ou
seja, garantias individuais autênticas e equilíbrio remuneratório.
Desenvolvemos tema próprio que poderá levar o interessado ao
programa
através de
simples clique sobre o tema.
|